Há momentos, muito raros, que me pego pensando que morar em JPA não é tão ruim assim.
Os bichinhos foram embora assustados depois que alguns bípedes do pedaço soltaram uma porrada de fogos comemorando um gol do Brasil.
Os bichinhos foram embora assustados depois que alguns bípedes do pedaço soltaram uma porrada de fogos comemorando um gol do Brasil.
Adendo:
Luciano Huck, o vendido, mais oferecido do que prostituta em fim de carreira. O ser que, em troca de uma certa quantidade de grana, empresta seu nome para vender o que for possível. Seja relógio de duvidoso gosto, comida para cachorro, carro poluidor, faculdade particular de duvidosa qualidade acadêmica. O homem não se constrange. Agora está aí, tentando vender Aécio como se fosse um Xampu masculino para cabelos ressecados.
2010 promete.

Até agora tudo indica que você, pobre, você que não mora na Barra, você que mora em Bangu, Anil, Taquara, você que não tem dinheiro, vai continuar a andar de ônibus. E tudo indica também que você, pobre, vai continuar a pagar mais de uma passagem cara para chegar no trabalho dentro da sua própria cidade. Até agora é isso que você, pobre, pode esperar dos projetos para 2016.

No exato momento em que a escória se abraça - Nuzman, Paes, Cabral... Jesus! Que asco - aproveito para anunciar o início do Rio 2016 é o caralho.
Vamos nessa.
Chicagoans For Rio. Tem gente pensando que é uma homenagem à candidatura do Rio para sede das Olimpíadas de 2016. Ou é uma confissão de inferioridade feita por cidadãos de uma cidade concorrente diante dessa beleza que é o Rio. Vou dizer uma coisa: não é.
Chicagoans For Rio é um site de um cidadão de Chicago que sabe que a realização das Olimpíadas lá não vai levar benefícios para a cidade. Mostra o déficit nas finanças, o custo dos jogos e dá exemplos do que eles resultaram para outras cidades sede. Montreal levou 30 anos para saldar os débitos assumidos com as olimpíadas. Os estádios e “equipamentos” esportivos de Atenas estão sem utilidade atualmente.
Mas no Rio, não. No Rio nada disso vai acontecer. O Rio vai só ganhar com as Olimpíadas, dizem os amiginhos do Nuzman.
Do Pan de 2007, ou melhor, do que foi feito para o Pan 2007, não sei de nada, além do Engenhão, que possa ser considerado herança. E não custa relembrar que transporte, segurança e urbanidade, questões usadas como desculpa pelos dirigenti da época, continuam a mesma porcaria. Talvez estejam até pior.
A não ser que você viva em Zurique, sediar uma Olimpíada é coisa de otário.
É uma pena. Tudo parece indicar que essa bosta de cidade será a sede dos jogos olímpicos de 2016. Essas escolhas são feitas em esferas onde a política mundial conta muito. Em tempos tempestuosos, com o terceiro mundo mostrando serviço e o centro do poder econômico tentando aparentar bom mocismo, os gringos do COI devem acabar escolhendo o Rio de Janeiro. Assim, de quebra agradam todo o continente Latinoamericano e fingem que têm interesses globais.
Na sexta saberemos.
Caso o Rio seja escolhido, prevejo, além do estardalhaço dos boçais, duas coisas:
1 - Cesar Maia vai dizer que é tudo coisa dele e de seu gênio genial. Já tem feito isso, inclusive na Folha de São Paulo (me falta tempo pra comentar).
2 - O PCdoB vai colocar outdoors na cidade com a cara do Ministro dos Esportes Orlando Silva (Grande Marxista!) dizendo que é a mais foda realização do partido. Em 2007, depois que o Pan acabou, eles fizeram coisa parecida. Pena não ter na época uma máquina fotográfica disponível para mostrar pra todo mundo. Foi ridículo!
O ex-blogueiro, perdão, o ex-prefeito, foi para a televisão defender a Olimpíada no Rio. Sua argumentação falsa e mentirosa: “Vamos e temos que gastar dinheiro, mas tudo ficará para a coletividade, como aconteceu com o panamericano”.
Nada reverteu
Tudo mistificação. Nada foi utilizado pela população. Nem o presidente Lula sabia. Quando foi entrevistado pela equipe do ESPN, aí é que soube que estava tudo abandonado.
Nos últimos dias perdeu Sergio Zveiter para o PDT, nome forte para as eleições em Niterói, e o ex-deputado Rubem Medina para o PP.
Cesar reclama, mas tem a trajetória marcada por essa dança partidária.
Começou no PDT e foi para o PMDB. Pulou para o PFL e de lá saiu para o PTB. Retornou ao PFL e, por fim, ajudou o partido a trocar o nome para DEM.
Como todos os outros ele também se valeu das oportunidades eleitorais.
Dessa vez quem escreveu o trecho acima foi Maurício Dias, colunista da Carta Capital.